NO AR! O novo site da ESPN Brasil

31 07 2008

Com o objetivo de ser um dos maiores portais do segmento esportivo do Brasil. Com certeza aproveitou-se o momento início das olimpíadas de Pequim, o novo site da ESPN Brasil foi criado pela equipe da AgênciaClick  e traz novos conceitos de navegação.

Tem se falado muito sobre o tamanho da caixa de busca, embora, com certeza, tenha seu objetivo. Quando achei a busca, comecei a rir. Já havia visto buscas gigantes em outros sites, embora dava pra perceber que era uma busca… neste exemplo está mais para um banner mesmo.

“…é possível buscar informações por tags relacionadas ao seu time. (Vasco ou Cruz de Malta, Flamengo ou Mengão, São Paulo ou Tricolor, Corinthians ou Timão). Claro que esse novo conceito de navegação é muito mais fácil para as pessoas que usam a internet com certa frequência. Usuários iniciantes terão certa dificuldade no início, mas acredito que será muito melhor depois que se acostumarem.” (falou Rogério Pereira em seu blog)

Outra coisa bem legal: no final de cada página aparece com fotos e nomes a partir do sua última pequisa, páginas relacionadas… Pesquisando por “Sport”, ao invés de assuntos relacionados, aparece em na “teia” copa do brasil, campeonato pernambucano… e outros… todos levando para outra “subhome” relacionada a cada campeonato.

Quanto ao conceito desta busca, achei bem legal… Você por, intimidade com o google, espera uma listagem com páginas e mais páginas de links… e neste caso você já vai diretamente ao seu conteúdo. Mágica? (risos)

Creio que até a Globo poderia usar este conceito de busca. Neste caso, cada time já tem sua página e nela uma listagem das últimas notícias… por que ao buscar Sport Recife, já não ir diretamente para a página de notícias sobre o este time?

Visualização do novo site da ESPN Brasil

Parabéns à equipe da AgênciaClick!



O uso do SCROLL

30 07 2008
Ilustração de barra de rolagem vertical e Horizontal

Existem diversos mitos sobre os perfis e ações dos usuários da web. Um deles fala que “Ninguém rola a página”. Nielsen, desde 2004, já considerava o scroll um fator contra a usabilidade e com o passar do tempo começou a “mudar” alguns de seus conceitos, “Scrolling Now Allowed” (Changes in Web Usability Since 1994). Embora no decorrer deste alertbox possa ser encontrado: “Scrolling still reduces usability” onde, para ele, a mera exibição ou não da barra de rolagem tem impacto na usabilidade, ao visitar seu site (useit.com), podemos pensar que ele é adepto do “faça o que eu digo mas não faça o que eu faço”, pois existe um “scrollzão” estampado no lado direito do browser.

Então vamos levar à nossa realidade e atribuir esta pergunta:

Será mesmo que NINGUÉM rola a página? 

Por alguma vez, seu gerente já comentou que seu design ou seu modelo de arquitetura está com um scroll grande? E os clientes? Já devem ter faltados argumentos para explicar que o conteúdo pode e deve estar visível mesmo contendo uma rolagem na página. Nielsen, no seu livro Usabilidade na Web, revela que, em suas pesquisas, os usuários que rolavam a tela eram cerca de 23% na primeira visitação da Homepage. Nesta mesma pesquisa, comprova que nas páginas internas o percentual de usuários que rolaram a tela cresceu de forma significativa. Uma outra pesquisa,  desta vez realizada pelo Click Tail Blog, revela que, em cerca de 80.000 page views de centenas de sites diferentes, 91% porcento das páginas são longas o suficiente para conter scroll; dessas, 76% foi deslocado um pouco da rolagem e em 22% delas, a rolagem foi efetuada até o rodapé do site.

E por que ainda não é ideal usar o scroll? 

Quem disse que não é? O fato é que devemos saber a ocasião ideal para seu “surgimento”. Em um trabalho da Jared Spool (www.uie.com/) é revelado que os usuários não se importam em fazer rolagem da página para encontrar o conteúdo que procuram, mas que eles deixam de fazê-la quando elementos horizontais da página sugerem que não há mais nada para se ver abaixo. Para exemplificar, mostro o portal globo.com, onde o título das categorias Notícias, Esportes e Entretenimento são exibidos na primeira tela do site (ou primeira dobra do jornal). 

Visualização do portal Globo.com

Imagine este portal, ou até mesmo o G1, adequando-se a filosofia “no-scroll”… Impraticável! mesmo atribuindo os conceitos Bruno Rodrigues da utilização de Chamada, Conteúdo Genérico, Conteúdo Expandido e Conteúdo Restrito, para dividir o “tipo” e “aprofundamento” do conteúdo para o leitor.

Outra boa tática para influenciar o usuário a rolar a tela seria o uso de imagem no corte da tela. Desde que esta seja de conteúdo, o usuário, se interessado, irá rolar para ver qual a informação passada por ela e assim verificaria todo resto do texto. Embora, para os dois últimos exemplos, deve-se ter muito cuidado com a resolução de tela utilizada pelo usuário e, principalmente, com a nova tendência do mobile e suas mais diversas resoluções (tema pelo qual devo dar continuidade com meu amigo Tiago Franklin, mestrando em artes (arte e tecnologia) e pesquisador das tecnologias móveis).



Aêêê!! Estou Formado! =D

5 07 2008

Nem dá para acreditar! Depois de tantas madrugadas em claro… ontem a noite defendi minha monografia!

Capa da apresentação de minha monografia!

É isso mesmo, depois de tantas madrugadas em claro estudando e desenvolvendo minha monografia sobre Padrões de Desenvolvimento e Aplicação de Acessibilidade para os Portais do Governo de Pernambuco apresentei ontem na Faculdade e ESTOU FORMADO !!! :D

Fiquem Atentos, pois assim que fizer os últimos ajustes estarei publicando meu trabalho!!!

AhHh!! Não posso deixar de agradecer a força de todos meus amigos e familiares!!!

Abração  para todos!!

João de Freitas Neto